Editorial

Maximiliano Martinhão fala sobre como mudar o setor da tecnologia nacional através das estratégias adotadas pelo sepin

comente:

A capa deste mês é uma entrevista exclusiva com Maximiliano Martinhão, que assumiu a Secretaria de Política de Informática da sepin. Ele conversou com o diretor de Relações Institucionais da Fenainfo, Henrique Falhauber, e fala sobre os novos rumos para o setor de TI sob o olhar da entidade. Entre os projetos, uma estratégia de digitalização do país e como desenvolver a economia digital. Confira!


Já a 10ª edição do CIO Weekend Sul promoveu networking e discutiu tendências do setor de TI no Resort Costão do Santinho, em Florianópolis, Santa Catarina. Quem conta como foi o evento é André Streppel, diretor de Desenvolvimento Humano do SEPRORGS. Leia e saiba como foi!


Na matéria especial, a Assespro Paraná informa que começou a planejar o setor de tecnologia local até 2035 e, com isso, pretende liderar os negócios na América Latina. No evento, também foram definidos objetivos estratégicos para garantir o sucesso das ações do setor em áreas como infraestrutura, educação, capital humano, entre outros. Confira a reportagem, que teve a participação do presidente da entidade, Sandro Molés da Silva.


A Seção Incubadoras traz a história da primeira incubadora de empresas a funcionar no IFCE, que já conta com 20 anos de funcionamento e vários cases de sucesso. A Incubadora de Empresas do IFCE é referência no Nordeste e pretende ser reconhecida nacionalmente. Leia a entrevista com a coordenadora Maria do Socorro Ribeiro da Silva.


Na Seção Sindicatos, um panorama da história do TI Rio, comandado por Benito Paret, presidente da tradicional entidade carioca. Prestes a completar 30 anos de atuação em todo o território nacional, o sindicato realizou um trabalho intenso em 2016 para fortalecer e qualificar ainda mais o setor. Vale a leitura!


E na seção A Voz da Fenainfo, o presidente da entidade, Edgar Serrano, faz um balanço da crise financeira, com base na equivocada política econômica, e diz como o setor deve se fortalecer para sair dela. Para que isso aconteça, ele acredita que o Brasil e a Fenainfo devem ser mais atuantes na sociedade. Imperdível!


Expediente uma coluna